domingo, 5 de março de 2017

Juana Azurduy, heroína indígena e latinoamericana

Juana Azurduy é símbolo do compromisso de mulheres latino-americanos para a luta pela independência, nasceu em 12 de julho de 1780 na região de Toroca, no departamento de Potosi (norte da Bolívia), durante a rebelião de Tupac Amaru. Ela ficou órfã ainda muito pequena e passou sua infância em um convento de freiras na sua província.

Em 1802, aos 22 anos, ela se casou com Manuel Ascencio Padilla, com quem teve cinco filhos. Em 25 de maio de 1809, estoura as guerras por independência que destituiu o vice-rei e ambos se juntaram aos exércitos populares criados e lutaram nas guerras que começaram em Chuquisaca e La Paz.

Em 1810, ela se juntou ao Exército de Libertação Argentino de Manuel Belgrano, que em reconhecimento ao trabalho de Juana recebeu a própria espada de Belgrano, além de tornar-se a primeira mulher a incorporar-se ao Exército Argentino.

Além disso, Juana Azurduy era o chefe de um exército de mulheres indígenas, mestiças e crioulas, apelidado de "Las Amazonas" dispostos a dar suas vidas pela libertação de seu povo. Este exército lutou invencível em mais de trinta batalhas.  Este processo foi fundamental para quebrar o poder colonial na região do Alto Peru.

Em 1925, o libertador Simon Bolivar ortogou a patente militar de Coronel para Juana Azurduy.  

Faleceu em 25 de maio de 1862 na província de Jujuy, aos 82 anos de idade. 100 anos depois, seus restos mortais foram exumados de depositados em um Mausoléu na cidade de Sucre, construído em sua homenagem.

FONTE: Telesur

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